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Disponível em todo o BrasilSessões realizadas por videochamada, com a mesma atenção clínica, sigilo profissional e acolhimento do atendimento presencial.

Psicoterapia e sexualidade
Um espaço reservado para falar sobre desejo, limites e intimidade com ética e sem julgamento, no seu ritmo.
35anos
de experiência clínica
+30mil
sessões de psicoterapia
+25mil
horas de escuta clínica ativa
24anos
de docência universitária
Quando o assunto fica difícil de falar
A sexualidade não se organiza da mesma forma em todas as pessoas. Algumas mudanças podem aparecer no desejo, na proximidade com quem se ama e na própria possibilidade de falar sobre o assunto.
A vontade que antes aparecia com naturalidade passou a ser menos frequente ou mais difícil de reconhecer.
Os encontros podem ficar mais raros, mais breves ou carregados de uma tensão que antes não estava ali.
Conversar sobre isso com quem está por perto pode parecer arriscado, constrangedor ou simplesmente impossível.
A intimidade passa a ser vivida como algo que precisa dar certo, e não como algo que se compartilha.
Adiar, desencontrar horários ou encontrar motivos para não estar disponível pode se tornar frequente.
Perguntas sobre o que mudou, sobre o próprio corpo ou sobre estar à altura podem aparecer com frequência.
Entendendo o padrão
Mudanças na intimidade, suposições silenciosas e cobrança podem começar a se alimentar mutuamente, tornando cada vez mais difícil voltar a falar sobre o assunto.
Quanto menos o assunto é falado, mais espaço as próprias suposições passam a ocupar.
Na psicoterapia, compreender como esse padrão se organiza pode ajudar a identificar o que vem mantendo o assunto fora da conversa.
Não se trata de cobrar naturalidade — mas de compreender o que vem mantendo o assunto fora da conversa.
Além do momento íntimo
O que muda na intimidade raramente fica restrito a ela. A convivência, a forma de se ver e a disposição para falar sobre o assunto também podem ser afetadas.
O afastamento pode se estender para conversas, planos e momentos que não têm relação direta com o sexo.
O que não é dito ocupa espaço.
Podem aparecer dúvidas sobre o próprio corpo, sobre estar à altura ou sobre o que o outro estaria pensando.
A pergunta se volta para dentro.
Evitar certos momentos pode virar uma organização silenciosa da rotina, combinada sem nunca ter sido conversada.
A evitação vira hábito.
O tema costuma carregar vergonha, e a vergonha tende a adiar por anos a decisão de falar sobre isso com alguém.
O silêncio se sustenta sozinho.
Possibilidades de trabalho
O trabalho terapêutico oferece espaço para compreender o sofrimento, observar o que vem mantendo determinadas dificuldades e construir possibilidades compatíveis com o momento de cada pessoa.
Ter um espaço reservado onde desejo, limites, dúvidas e experiências possam ser ditos sem julgamento e sem pressa.
Nomear já muda a relação com o tema.
Observar o contexto, a história e o momento de vida em que essas mudanças começaram a aparecer.
O contexto costuma dizer mais que o sintoma.
Observar o peso que a expectativa de desempenho e o julgamento sobre si mesmo passaram a ter nesses momentos.
A forma de se cobrar também pode ser trabalhada.
Compreender como o que acontece na intimidade conversa com o que acontece no restante da relação.
Intimidade e vínculo não se separam.
O primeiro contato pode ser apenas um passo para entender como o atendimento funciona.
Sem julgamentos
Poucos assuntos estão tão presentes na vida das pessoas e tão ausentes das conversas. O silêncio em torno da sexualidade costuma ser aprendido muito antes de se tornar um incômodo.
Procurar ajuda não exige que algo esteja classificado como transtorno ou disfunção.
Você não precisa chegar sabendo explicar o que mudou, nem usar termos técnicos para falar disso.
Se o assunto vem ocupando espaço na sua vida, isso já é motivo suficiente para poder falar sobre ele.
O que incomoda não precisa ser grave para merecer escuta.
Sem precisar detalhar mais do que se quer dizer naquele dia.
A história, o momento de vida e o que vem acontecendo ao redor.
Pensamentos, situações e reações que aparecem com frequência.
Com revisão conforme o momento e as necessidades mudam.
Não é preciso estar bem para começar a ser cuidado.
O processo terapêutico
Cada pessoa chega com uma história, um momento e necessidades diferentes. Por isso, o processo começa pela compreensão do que está acontecendo e é construído a partir do que faz sentido para você.
Nos primeiros encontros, o espaço é dedicado a entender o momento atual, o que mudou e como isso vem ocupando espaço na sua vida.
Não é necessário chegar sabendo explicar tudo.
Ao longo do processo, podem ser observados a história, os vínculos e as situações em que essas questões aparecem.
O foco está em compreender, não em avaliar.
A partir dessa compreensão, são definidos os temas que fazem sentido trabalhar naquele momento e no ritmo possível.
O processo é construído de forma individualizada.
As sessões permitem aprofundar temas, observar mudanças e trabalhar novas formas de lidar com o que aparece ao longo do caminho.
O processo pode ser revisado conforme novas necessidades aparecem.

Quem vai te acompanhar
Psicólogo clínico · Mestre em Saúde e Comportamento · Psicanalista · CRP SC 31329
Atua em Psicologia Clínica desde 1991, acompanhando adultos em diferentes demandas relacionadas à saúde mental e ao sofrimento emocional.
É Mestre em Saúde e Comportamento pela Universidade Católica de Pelotas, especialista em Psicanálise Clínica e professor universitário desde 1996.
Trajetória construída ao longo de décadas de atendimento.
Universidade Católica de Pelotas.
Especialização em Psicanálise Clínica e atualização ao longo da trajetória.
Começar não exige ter tudo explicado. O primeiro passo é apenas abrir um canal seguro para combinar como o atendimento pode acontecer.
Você envia seus dados básicos pelo formulário ou WhatsApp. Não há campo para relatar sintomas ou detalhes clínicos.
O retorno serve para alinhar disponibilidade, modalidade de atendimento e orientações para o primeiro encontro.
A primeira conversa é um espaço de escuta. Não há necessidade de chegar com respostas prontas. Estamos aqui para acolher.
Escolha a modalidade mais adequada para você. Atendimento online em todo o Brasil e presencial em Balneário Camboriú, conforme disponibilidade no contato inicial.
Sessões realizadas por videochamada, com a mesma atenção clínica, sigilo profissional e acolhimento do atendimento presencial.
Quando disponível, o atendimento presencial é combinado durante o contato inicial, respeitando a agenda e as normas profissionais.
Perguntas frequentes
As perguntas que mais aparecem de quem está considerando falar sobre esse assunto.
Estamos disponíveis para esclarecer qualquer questão antes do agendamento.
O que você encontra aqui
Aqui, você encontra escuta qualificada, sigilo profissional e um espaço em que esse assunto pode ser falado sem constrangimento.

Um espaço para falar sobre o assunto sem precisar justificar o que se sente.

Entender o contexto em que essas mudanças apareceram é parte do trabalho.

Você diz o que quiser dizer, no tempo que for possível para você.
Próximo passo
Se mudanças no desejo, distância na intimidade ou a dificuldade de falar sobre isso vêm ocupando espaço, o primeiro contato pode ser apenas o começo de uma conversa.